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Lista A realiza protesto e oficializa candidatura aos órgãos gerentes da AAC

João Carvalho pretende lutar contra o subfinanciamento do Ensino Superior e garante ser uma alternativa à DG/AAC atual. Por Fábio Lucindo

Duas enormes faixas com os dizeres “Propinas: desde 1992, até quando?”, junto à Porta Férrea, ajudaram a chamar atenção para o protesto contra a propina e seu recorrente reajuste. A manifestação, realizada pela Lista A – “Até Quando”, ocorreu no passado dia 17. Foi também nesse dia que a lista oficializou a sua candidatura aos órgãos gerentes da Associação Académica de Coimbra (AAC), no mesmo local.

João Carvalho, candidato à presidêncida da Direção-Geral da AAC (DG/AAC) pela Lista A, fez questão de ressalvar que a abolição da propina é apenas uma das bandeiras e que a sua luta é, na verdade, contra o “subfinanciamento do Ensino Superior [ES]”.

Sobre eventuais alternativas à atualidade, o candidato propõe “taxar as grandes empresas” como “opção para financiar o ES”, pois “há dinheiro mas é tudo uma questão de opções políticas”.

A AAC possui, segundo João Carvalho, um enorme “peso por ser a mais antiga associação de estudantes do país” e essa importância deve ser utilizada para “pressionar governos, sejam de esquerda ou de direita, para que tomem atitudes que privilegiem os estudantes”. Apresenta-se, assim, como uma “alternativa” para aqueles estudantes que estiverem insatisfeitos com a atual gestão da DG/AAC.

O candidato garante que o seu objetivo é defender os interesses estudantis. “Todas as opções políticas que atentarem direta ou indiretamente contra os estudantes nós vamos debater”, garante. Tem ainda consciência de que a grande maioria dos problemas da universidade está “na falta de dinheiro”.

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Fotografia: Fábio Lucindo

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