Ensino Superior

Poliempreende estimula projetos de vocação empresarial

Os três projetos com melhor classificação a nível regional são premiados e o vencedor segue para concurso nacional. Por Alexandre Gouveia e Carolina Marques

A fase regional de Coimbra da 13ª edição do concurso Poliempreende, promovida por institutos politécnicos de todo o país, vai decorrer na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (ESTeSC) desde a próxima quarta-feira, dia 24. Esta iniciativa “visa promover o empreendedorismo e o espírito de iniciativa dos alunos” como refere o vice-presidente Instituto Politécnico de Coimbra (IPC), Paulo Sanches.

A iniciativa tem como principal objetivo a promoção de uma atitude dinâmica por parte dos estudantes e o enriquecimento curricular dos que nela participam, explica o vice-presidente. O concurso divide-se em duas fases – uma primeira, de âmbito regional, e outra nacional para os projetos vencedores. A criação, pelo IPC, de um conjunto de sessões que se prolongam até ao mês de julho pretende preparar os alunos para a criação e elaboração de um plano de negócios a ser apresentado ao júri na etapa final.

A adesão dos participantes tem vindo a aumentar desde a 5ª edição, a primeira a nível nacional, onde o IPC se destacou com “uma boa participação, bons projetos e vários primeiros prémios”, como realça o vice-presidente. As equipas, para concorrer, não necessitam de ser formadas exclusivamente por alunos. No entanto, tem de “haver alguém em cada grupo com algum vínculo ao politécnico” explica Paulo Sanches. O júri regional e nacional é constituído por entidades externas, como é o caso do Conselho Empresarial do Centro e Caixa Geral de Depósitos, que são responsáveis pela devida avaliação e classificação dos projetos.

Os três projetos vencedores recebem um prémio monetário que varia entre mil e dois mil euros e são depois “incubados” na academia de empreendedorismo INOPOL. O projeto mais votado a nível regional segue para o concurso nacional, onde o valor monetário é acrescido. Vários projetos de edições anteriores encontram-se em evolução para futura entrada no mercado e “têm servido como base para a criação de empresas”, conclui Paulo Sanches.

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Fotografia: D.R.

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