Cultura

XVII Mês do Fado encerra com noite de serenata

Noite de serenata marca fim da 17º edição do Mês do Fado. “Geração de oiro” como mote para destacar importância da cultura para estudantes. Por Margarida Martins

Esta quinta-feira, 10 de dezembro, a Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra (SF/AAC) organizou uma noite de serenata. Com canções de Coimbra e um “Hurra!” no final, o grupo de fado da escola de música da SF/AAC despediu-se assim do XVII Mês do Fado.

O evento, que estava agendado para o Liquidâmbar, acabou por assumir outro formato sem público presente. Devido às condições meteorológicas adversas, foi transmitido em direto no Facebook da SF/AAC, a partir da República dos Galifões. “Apesar desta alteração, nós aqui também nos sentimos em casa”, afirma Emanuel Nogueira, guitarrista da SF/AAC.

Esta edição, que teve início no passado dia 10 de novembro, teve como mote o centenário da “geração de oiro da canção de Coimbra”.  Assim, explica Guilherme Ala Costa, vice-presidente da SF/AAC, um dos objetivos da secção com esta iniciativa era homenagear o “conjunto de figuras importantes da canção de Coimbra, da década de 1920, que criaram um reportório de uma qualidade musical com projeção internacional”.

Apesar da situação pandémica, Guilherme Ala Costa considera “muito positiva” a adesão do público aos eventos que decorreram ao longo do mês. “O nome da Secção de Fado e das escolas de música, começou a circular e a ganhar importância”, garante. O vice-presidente realça ainda que, para além da comunidade académica, há também a presença de “um público mais específico”.

Guilherme Ala Costa, salienta a importância da cultura e do fado para os estudantes de Coimbra uma vez que “é uma identidade nossa, o que nos distingue e o que nos torna únicos”. Para continuar a manter viva a “canção de Coimbra”, a SF/AAC procura assim chegar à comunidade estudantil através de eventos como este, que divulguem a escola de música da academia. “Vamos continuar a promover eventos que cheguem à comunidade académica em colaboração com as faculdades e os núcleos”, conclui o vice-presidente.

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